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Controle o ponteiro da balança em 5 lições

Passada a fase difícil de adaptação e o longo caminho rumo ao peso ideal, é hora de comemorar - e quem já ouviu falar em festa sem boa comida? Calma, nada de desespero.

A nutricionista Maria Eduarda Ourivio, da equipe RG Nutri, juntamente com o Minha Vida, montou uma cartilha de bons hábitos que, seguidos durante a dieta e depois dela, vão garantir o sucesso do seu regime por muito tempo.

Lição 1: Carboidratos no prato. Essa faz parte do bê-á-bá que todo mundo conhece, mas insiste em desobedecer. Além de não oferecer todos os nutrientes necessários ao organismo, o cardápio que corta de vez os carboidratos (a famosa saladinha com um grelhado) faz com que o metabolismo mude repentinamente. Resultado: o organismo, acostumado com pouca comida, vai economizar energia, queimando mais lentamente as calorias. Por isso, opte sempre por um prato com os principais grupos alimentares: carboidratos, proteínas e gorduras saudáveis. É só não exagerar. "Não coma arroz e batata na mesma refeição, por exemplo, pois os dois são carboidratos", diz a nutricionista.

Lição 2: Mexa mais, coma menos Começar a praticar uma atividade física junto com o início da reeducação alimentar está entre as lições mais importantes para quem quer não só manter o peso ideal, como melhorar o bem-estar. A atriz Nathalia Rodrigues venceu os quilinhos extras e hoje conta que está satisfeita com o próprio corpo. "Corro três vezes por semana de 8 a 10 km. E alterno os dias de corrida com boxe e ioga para sempre manter a forma." Vale lembrar que uma caminhada de 40 minutos, três vezes por semana, já conta como atividade física.

Lição 3: Jejum nem pensar Quanto menos você come, mais você emagrece? Negativo! Ao ficar em jejum ou pular refeições, mais fome você vai sentir. Sem contar que é muito mais fácil resistir às tentações com o estômago cheio. Outro motivo para você fazer pelo menos seis refeições diárias é que, desta forma, você estará ativando seu metabolismo. Mas fique atenta ao tamanho das porções, combinado?

Lição 4: Encha a bolsa de petiscos Para não ser pega desprevenida na hora dos lanchinhos que intercalam as três principais refeições do dia, tenha sempre alimentos práticos na bolsa ou na gaveta do escritório. O cardápio fica a seu critério, mas algumas opções recomendadas pela nutricionista são frutas ou frutas secas, barrinhas de cereal, iogurte e biscoitos integrais, que satisfazem e têm menos calorias do que uma fatia de bolo, por exemplo.

Lição 5: Inclua um docinho no cardápio Engana-se quem pensa que cortar os doces é regra básica de qualquer dieta. O conselho é não exagerar na dose. "Desde que a ingestão não seja frequente, os doces são permitidos. É legal dar preferência às compotas, por serem mais saudáveis", diz Maria Eduarda. Pequenos segredos como esses fazem toda a diferença nos seus resultados. Mas, o mais importante é fazer uma dieta adequada a sua rotina e seus hábitos. Clique aqui e saiba qual é sua dieta ideal.

Faça escolhas saudáveis nos self-service

Nutricionista ensina a montar o prato em meio a variedade do restaurante

Para lutar contra a falta de tempo sem apelar para a facilidade das fast food, entupindo o estômago de lanches, os restaurantes self service dão uma mãozinha. Conhecidos como restaurantes por quilo, eles conquistam uma freguesia de peso nos centros comerciais. O motivo é simples: aliam a variedade no menu à rapidez que você procura.Mas uma das vantagens pode esconder um grande problema: como montar um prato que obedeça às necessidades nutricionais e não extrapole as calorias da dieta, diante de tantas opções? Cara-a-cara com tantas bandejas apetitosas no buffet, que costuma ir de saladas até macarrão ao molho branco, a fome pode se transformar em isca para tentações que transbordam calorias. Seguir a ordem em que os alimentos estão dispostos na bancada é um dos conselhos de Roberta Stella, responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, para fugir dos riscos à dieta balanceada. Porém, só isso não garante o passe livre de quilos a mais na balança. Também confira todas as opções disponíveis assim que chegar ao restaurante. "Dessa forma, fica mais fácil montar o prato de acordo com as suas preferências, evitando escolhas por impulso", ensina a nutricionista. Até porque alguns restaurantes organizam os alimentos para pegar o cliente pelo estômago. "A sobremesa no início da bancada, por exemplo, certamente será a primeira escolha de uma pessoa mais faminta", alerta Roberta (receba a dieta ideal para seu objetivo). Outra pegadinha comum é sair catando um bocadinho de cada uma das delícias oferecidas. No final das contas, o que seria um tira-gosto ganha um sabor bem amargo na hora de pesar o prato. Encha o prato Se você tiver uns minutinhos a mais, divida sua refeição em entrada e prato principal. Segundo Roberta, montar a salada antes de partir para o prato quente faz com que a sensação de fome seja amenizada com alimentos de baixo valor calórico e alto teor nutricional, como as verduras e os legumes. É uma ótima alternativa para quem quer ver o ponteiro da balança despencar. Para dar um gostinho à salada, sem somar muitas calorias ao prato, fuja dos molhos à base de maionese, como o rosê (clique aqui para saber como incrementar as folhas).

"É recomendável usar o azeite, que contém gorduras boas. Mas isso não significa que ele não seja calórico", alerta a nutricionista para os excessos (saiba mais sobre os tipos de gordura). Outras boas opções de tempero são o vinagre balsâmico, o suco do limão e o vinagrete."Partindo para a refeição principal, a dica da nutricionista é simplicidade. O prato típico do brasileiro, arroz, feijão e carne grelhada, é uma boa referência. Quanto mais simples for a alimentação, menor a chance de cometer erros".Outro ponto relevante está relacionado à repetição dos grupos alimentares. "Não é correto pegar dois alimentos pertencentes ao mesmo grupo, como purê de batata e arroz, ou filé de frango, bife e linguiça", exemplifica Roberta.Passar reto pelas tortas salgadas, farofa, bifes à milanesa ou a parmegiana, linguiça e torresmo, que são acompanhados de muita gordura, também é uma decisão esperta. E, para não enjoar do cardápio, a palavra é variar. "Esse tipo de restaurante oferece a vantagem da grande diversidade de alimentos. Com isso, as pessoas têm a opção de experimentar sabores e texturas diferentes, que contam pontos a favor da boa alimentação", ensina a nutricionista (acerte montando um prato mais colorido). De olho nos acompanhantes Além do prato, vale ficar atento ao copo. O suco de frutas natural, por exemplo, pode substituir a fruta da sobremesa. "Mas não impede que ela entre no cardápio novamente, em forma de salada de frutas", exemplifica a especialista do Minha Vida. Roberta explica que, se a intenção é ingerir algum tipo de bebida e uma sobremesa, o suco de frutas ainda é o mais indicado. Nada de apelar para o refrigerante ou para a água com gás. "O refrigerante contém calorias vazias. Ou seja, não oferece nutrientes importantes para o organismo. Mesmo as versões light e diet, que não contêm calorias, devem ser evitadas. Eles distendem o estômago por causa do gás e dão uma falsa sensação de saciedade".

Cerveja causa barriga saliente?

O nome já aponta o culpado: barriguinha de chopp. Mas será que este é realmente o vilão responsável pela gordura a mais na região abdominal? Pesquisadores do Reino Unido e da República Tcheca afirmaram que não foi encontrada nenhuma relação científica entre a quantidade de cerveja consumida e as dimensões da barriga. A conclusão da pesquisa foi que se existir algum vínculo entre a bebida e a obesidade, é mínimo. "É comum achar que as pessoas que tomam cerveja são mais gordas que aquelas que não bebem, mas não é verdade", afirmam os pesquisadores. No entanto, o estudo não traz novidades para aqueles que são adeptos à "bebida com moderação". Pois, segundo a nutricionista, Lucinete Souza, a ingestão frequente e exagerada de cerveja pode levar a um excesso de peso sim. "A cerveja ingerida em excesso associada à falta de exercícios e uma alimentação incorreta colabora para uma barriga a mais, já que o acúmulo de gordura se concentra mais na região abdominal", esclarece ela. Outro fator agravante é que o choppinho geralmente vem acompanhado de amendoim, batata frita, queijo ou outros petiscos bastante calóricos. Além disso, o efeito diurético do álcool contido na cerveja aumenta a produção de urina, favorecendo a eliminação de vitaminas e minerais, antes que eles sejam absorvidos pelo organismo. A nutricionista diz que a dose recomendada de cerveja é de uma lata de 290 ml para as mulheres e duas para os homens, por dia. Esta quantidade não causa nenhum mal para a saúde e para o físico. Outra dica dada por Lucinete são as versões light da bebida. "Uma lata de cerveja light possui 3 % de teor alcoólico e 77 calorias, já a cerveja comum tem 5% de teor alcoólico e 122 calorias", compara ela. Sobre a "crucificação" da cerveja como o principal vilão da barriguinha saliente, a nutricionista explica que qualquer bebida alcoólica ingerida em excesso aumenta as calorias do dia-a-dia e pode fazer a pessoa engordar. O importante é saber dosar.

Confira a lista de calorias de algumas bebidas:

  • Caipirinha sem açúcar (200 ml) = 126 calorias

  • Caipirinha com açúcar (200 ml) = 187 calorias

  • Champagne (100 ml) = 85 calorias

  • Licor (30 ml) = 116 calorias

  • Marguerita (50 ml) = 140 calorias

  • Martini (50 ml) = 135 calorias

  • Sex on the beach (200 ml) = 216 calorias

  • Tequila (40 ml) = 136 calorias

  • Uísque (50 ml) = 166 calorias

  • Vinho branco (80 ml) 70 calorias

  • Vinho tinto (80 ml) = 64 calorias

  • Vodka (40 ml) = 126 calorias

5 deslizes que põem sua saúde em risco

Esses hábitos são comuns e escondem ameaças silenciosas, previna-se!

Você já está cansado de saber que bons hábitos alimentares são ótimos aliados para manter a saúde em dia. O perigo, porém, se encontra no verso da moeda, quando alguns deslizes na hora de sentar à mesa resultam em situações de risco. Para te alertar sobre todas as armadilhas que rondam as suas refeições, a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella, aponta, a seguir, as consequências de cinco falhas alimentares e ensina a virar o jogo a favor da sua saúde. (Monte o cardápio ideal para perder os quilinhos extras)

  1. Prejuízos salgados demais Se você adora sentir o gostinho do sal em seus pratos e não dispensa o saleiro da mesa, pode estar extrapolando na quantidade do tempero. As pitadas de sal além da conta estão relacionadas com o desenvolvimento de hipertensão arterial que, quando não controlada, pode levar a males como derrame, ataque cardíaco, falência do coração e dos rins, lembra Roberta. O ingrediente que oferece tais perigos é o sódio e, por isso, sua quantidade diária deve ser limitada a 1,5g o equivalente a 3,8g de sal por dia. Segundo a nutricionista, é importante destacar que a quantidade de sal refere-se não só ao tempero adicionado na hora da refeição, mas também ao que é usado durante o preparo da receita, além do contido em alimentos industrializados. A especialista exemplifica dizendo que em um pacote de sopa individual dá para encontrar até 800 mg do mineral. Ou seja, mais da metade do valor recomendado para o dia todo.(Conte com os alimentos certos e dispense os remédios ) Boas medidas para não ultrapassar a quantidade recomendada de sódio são: reduzir a quantidade de sal utilizada no preparo dos alimentos, evitar que o saleiro fique à mesa, e não adicionar sal antes de experimentar o alimento, reduzir o consumo de produtos industrializados como tabletes de caldos, sopas, enlatados e embutidos, usar temperos naturais para dar sabor aos pratos que levam sal e não esquecer de verificar a quantidade de sódio que alimentos industrializados apresentam. Se o alimento apresentar mais de 20% do valor diário recomendado (%VD), ele contém alta quantidade de sódio. Procure por aqueles que representam 5%, ou menos, do valor diário recomendado, aconselha a nutricionista

  2. Colesterol elevado, perigo para o coração Você considerava seu cardápio balanceado até descobrir, em uma visita rotineira ao médico, que suas taxas de colesterol estavam desequilibradas. (Afinal, o que é colesterol). Provavelmente, o problema surgiu devido a uma participação frequente de alimentos ricos na gordura em seu cardápio, isto é, os alimentos de origem animal. Quando as taxas de colesterol estão elevadas, os riscos de desenvolvimento de doenças coronarianas aumentam. (Obesidade é mais um fator de risco para os males do coração). Segundo a especialista do Minha Vida, a boa notícia é que o colesterol pode ser mais facilmente controlado, se comparado a outros fatores de risco, como hipertensão e diabetes. Adotar uma alimentação saudável, aumentar o nível de atividade física e abandonar o cigarro são atitudes altamente eficazes para reduzir as taxas de colesterol, diz ela, lembrando que, para algumas pessoas, tais atitudes não são suficientes e o médico pode indicar um medicamento para controlar o colesterol. Na lista dos alimentos que oferecem boa quantidade da gordura que você deve evitar, estão leite integral, queijos, creme de leite, leite condensado, carnes gordas, embutidos, miúdos, fígado, pele de frango e manteiga. Por causa de seus ingredientes, bolos, tortas e doces em geral também apresentam boas doses de colesterol e, por isso, a quantidade consumida deve ser controlada. Roberta dá as alternativas para quem não quer extrapolar nas doses de colesterol: troque o leite integral pelo semi-desnatado ou desnatado, o iogurte natural pelo light, a carne gorda pela magra, a manteiga pelo creme vegetal, os queijos amarelos pelos brancos, retire a pele do frango, evite embutidos como mortadela, salame e presunto com capa de gordura e controle a ingestão de ovos, principalmente a gema.

  3. Refeições sem carboidratos e sem energia Quando você quer dar uma enxugada na silhueta, restringe a participação dos carboidratos no menu, excluindo-os do jantar. De acordo com Roberta, o maior erro de quem corta arroz, pães, massas, batata ou outras fontes de carboidratos de alguma refeição, é não atingir a quantidade diária ideal do nutriente, que deve fazer parte de 50 a 60% do valor calórico total da dieta. Para um cardápio de 2.000 calorias, isso significa que de 1.000 a 1.200 calorias devem ser obtidas dos carboidratos, equivalente a, em média, 300 gramas desse nutriente distribuídos entre todas as refeições do dia. (Sinal verde para os carboidratos). A especialista alerta que se a alimentação é pobre em carboidratos, o organismo começa a queimar gorduras como fonte de energia, em vez de glicose, principal energia para o funcionamento dos órgãos. A quebra de gordura dá origem às cetonas, fazendo com que o corpo entre em um estado metabólico chamado de cetose. Assim, pessoas que seguem uma alimentação com baixa quantidade de carboidratos podem apresentar sintomas como fraqueza, desânimo, sonolência e mau hálito, fala a nutricionista sobre as consequências do corte de carboidratos. Além desses sintomas, Roberta conta que priorizar as proteínas e dar pouco espaço para os carboidratos, a longo prazo, pode resultar em distúrbios do colesterol e sobrecarga dos rins. Outro erro comum entre as pessoas que acreditam no boicote aos carboidratos é não saber identificar quais são as fontes alimentares do nutriente. O principal objetivo de quem corta o carboidrato de uma ou mais refeições do dia é o emagrecimento.

  4. Fechando a boca para cortar calorias Você é adepto do velho método de emagrecimento: fechar a boca. Afinal, sem nada a mastigar, é mais fácil cortar calorias. Ao pular refeições, a variedade de alimentos pode ficar comprometida, sem a oferta de nutrientes importantes para o organismo, como as vitaminas e os minerais, que facilmente podem ficar abaixo dos níveis recomendados, corrige o mau hábito, a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella. (Faça o teste e descubra se você sabe emagrecer). Além desse fator desfavorável à saúde, a nutricionista lembra que a atitude pode ser tornar em um furo n água para quem quer emagrecer, já que o jejum prolongado favorece o excesso alimentar em algum momento do dia. Quando se está com muita fome, é mais fácil ceder às tentações e extrapolar nas porções. Sem contar que, depois do jejum, muita gente acha que merece se dar um presente, que, normalmente, são bombas calóricas. O resultado da privação alimentar por horas seguidas, a longo prazo, são deficiências alimentares e descontrole do ponteiro da balança. Outro grande problema da alimentação errônea é que, não tendo resultados, a pessoa acaba perdendo a disciplina e determinação para seguir uma reeducação alimentar adequada, ressalta a especialista. A melhor maneira para driblar o problema é somar as calorias da dieta e distribuí-las entre as três refeições principais (café-da-manhã, almoço e jantar) e os lanches intermediários. É muito importante estipular horários para as refeições e cumpri-los. A falta de disciplina neste quesito acaba fazendo com que as pessoas fiquem sem comer durante longos intervalos. Ou ainda, acontece o contrário, quando a pessoa passa a beliscar a toda hora, perdendo a noção da quantidade de alimentos e calorias ingeridas durante o dia. O principal objetivo de quem corta o carboidrato de uma ou mais refeições do dia é o emagrecimento. Para não recorrer aos carboidratos, muitas pessoas fazem substituições, usando legumes, verduras e frutas para rechear os pratos. Na verdade, eles também são fontes do nutriente, apenas contêm mais água. O valor calórico certamente será menor. A desvantagem, porém, é que, para saciar a fome, o volume da refeição pode ser maior.

  5. Comemorações em excesso Umas duas happy hours durante a semana e o merecido choppinho com os amigos aos finais de semana colocam você em dúvida: será que não está bebendo além da conta? O consumo de bebida alcoólica acima de 20 gramas de álcool por dia já é considerado um excesso. Esta quantidade equivale a três copos de cerveja, por exemplo, sendo que dois dias da semana precisam ser de abstinência, sem nenhuma ingestão, informa a nutricionista Roberta Stella sobre a quantidade estipulada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O alerta vale também para quem consome bebidas alcoólicas ocasionalmente. A especialista explica que o álcool pode aumentar a pressão arterial, agravar quadros de gastrite e até levar ao desenvolvimento de algum tipo de derrame. (Alcoolismo é encarado como automedicação). Cada grama de álcool fornece sete calorias, quantidade que ultrapassa as quatro calorias oferecidas pelo grama de carboidratos e de proteínas. Se o objetivo é emagrecer, o cuidado na dosagem das bebidas alcoólicas precisa ser redobrado, para não prejudicar a alimentação e, claro, a saúde, garante a especialista. Roberta lembra ainda que o consumo indiscriminado de bebidas alcoólicas pode levar à dependência. O uso excessivo, frequente e crônico está relacionado a diversas doenças. Entre elas, depressão, cirrose, pancreatite, úlcera, desnutrição, câncer de boca, esôfago e laringe.

Todo mundo já deve ter ouvido falar que, para entrar em forma, não basta fazer exercícios. É preciso ficar atento à alimentação e tomar uma série de cuidados com qualquer tipo de dieta. A orientação de um profissional é sempre fundamental para que você não cometa alguns deslizes. Pensando nisso, o Dieta e Saúde conversou com a nutricionista da UNIFESP Flávia Bulgarelli e selecionou os sete erros mais comuns que as pessoas cometem ao fazer dieta.

  1. Jejum prolongado Ficar muito tempo sem comer é um dos principais erros de quem faz regime. Segundo Flávia, um longo período sem se alimentar gera uma ansiedade maior e, por conta disso, quando fizer a próxima refeição, a pessoa vai acabar comendo mais do que comeria normalmente.

  2. Deixar de comer carboidrato ou proteína Em hipótese alguma se deve deixar de comer qualquer substância por muito tempo. A proteína, por exemplo, fortalece as unhas e os cabelos, e sua falta os torna bastante quebradiços. O carboidrato, por sua vez, ajuda a aumentar a massa muscular. "Se for retirado da alimentação, o organismo passa a buscar outras fontes de energia, atacando o músculo e a gordura. Assim, perde-se massa muscular e causa flacidez", ressalta Flávia. Portanto, a nutricionista aconselha uma alimentação balanceada, com as mais diversas substâncias, mas em quantidades reduzidas.

  3. Trocar uma refeição por frutas Muita gente acredita que comer apenas frutas durante uma refeição é muito mais saudável do que um prato de comida. Mas a nutricionista alerta que esse é um erro grave, porque o almoço e o jantar devem ter um valor energético alto. Sendo assim, devem ser compostos por diversos alimentos, não se restringindo apenas às frutas.

  4. Pular refeições Segundo Flávia, grande parte das pessoas costuma eliminar o café da manhã sem saber a importância dessa refeição para o organismo. "O café da manhã é a base energética para o dia. Se não for realizado, o corpo deixa de fazer a liberação de glicose adequada e suficiente para o dia todo", explica. Assim como a primeira refeição, quem pula o almoço também prejudica o organismo. "O perigo vem à noite, quando compensa todas as refeições no jantar. É um período em que não há gasto de energia e, por isso, pode provocar um aumento de peso e ganho de gordura", completa a nutricionista.

  5. Petiscos Comer um pacote de bolacha, tomar uma garrafa de suco e beliscar outros aperitivos. Dificilmente alguém nunca ficou petiscando antes de alguma refeição. Flávia afirma que petiscar não é problema, mas torna-se ideal determinar o horário e a quantidade a ser ingerida. "As pessoas devem comer a cada três horas. Então, é preciso estipular mais ou menos um horário e separar, por exemplo, quatro bolachas. Assim ela controla quanto está comendo e não fica muito tempo sem se alimentar", ressalta. A nutricionista ainda reforça que o correto é fazer as três refeições principais (café da manhã, almoço e janta), intercalados com os lanches rápidos que podem ser um iogurte, três bolachas integrais ou frutas com iogurte, por exemplo.

  6. Comer muito rápido De acordo com a nutricionista, 90% das pessoas se alimentam muito depressa. "Isso é ruim porque não traz a sensação de satisfação assim que terminada a refeição", afirma. Flávia explica que demora cerca de 20 minutos para o estômago enviar uma mensagem ao cérebro informando que já está satisfeito. Se uma refeição é feita em 10 minutos, não dá nem tempo de informar o cérebro sobre a satisfação alimentar e a pessoa já está com vontade de comer de novo. Por isso que muitos apelam, nessas horas, para os petiscos.

  7. Não beber água Água é essencial para hidratar o corpo e ajudar no controle da fome. Não beber ou ficar muito tempo sem ingerir e depois tomar vários copos seguidos de uma só vez acaba sendo prejudicial ao organismo. "É importante beber água constantemente e controlar pelo xixi se a quantidade do líquido no organismo está suficiente: a urina deve ser sempre clara e sem cheiro forte", esclarece.

Se você aliar uma dieta equilibrada e principalmente adequada à sua rotina, com as dicas dadas pela doutora Flávia, com certeza chegará ao seu peso ideal com muito mais facilidade. Monte aqui um cardápio ideal para o seu dia-a-dia e veja como é simples conquistar o peso que você sempre quis.

8 lições para acabar com o pensamento gordo

Escape das vontades súbitas que surgem com o início da dieta

É só decidir encarar a dieta que você se transforma em um aficionado por qualquer tipo de prato, seja ele doce ou salgado? O comportamento é natural, segundo a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella. Quando não existe nenhuma restrição ou alteração alimentar, o ato de escolher os alimentos é espontâneo. Já quando se está de dieta, é preciso analisar características como tamanho das porções, qualidade nutricional e calorias fornecidas, exemplifica a especialista. (Quer começar a sua dieta? Confira o cardápio ideal para você)

O fato é que tanta preocupação pode acabar confundindo seus sentidos.

Roberta afirma que nem sempre a vontade de consumir tentações é maior, depois de dar o pontapé inicial à reeducação alimentar. É uma falsa sensação, criada pela atenção que a comida está recebendo, desaponta quem usa o desejo por certos alimentos como pretexto para não investir em um cardápio equilibrado. (Atente à compulsão alimentar)

Mas se você sofre com a irresistível vontade de se deliciar com um pratão de macarronada, seguido de uma sobremesa com muito chocolate, atente para as dicas da nutricionista, que ensina alguns truques para espantar o pensamento gordo.

  1. Mude seus conceitos: não encare verduras, legumes e frutas como um sacrifício para emagrecer. Eles são fundamentais em uma alimentação saudável e precisam fazer parte da sua rotina alimentar. Sem contar que, devido à variedade de nutrientes que contêm, trazem diversos benefícios ao seu corpo, ressalta a especialista do Minha Vida. Além disso, existem tantas opções, que é impossível odiar todas. Alguma, certamente, agrada o seu paladar. (Passe longe da farmácia com a ajuda dos alimentos )

  2. Direcione seu foco: está claro que você precisa estar atento a tudo que leva à boca quando está de dieta, mas isso não significa que seu pensamento deve estar totalmente voltado para a comida. Quando não estiver na hora das refeições, faça alguma coisa que te distraia, como ler um livro, ouvir música, assistir a um filme, enumera Roberta. Isso evita que você pense excessivamente nos alimentos, completa.

  3. Previna-se das tentações: caso você ainda se sinta vulnerável diante das suas delícias preferidas, evite dar de cara com elas. Não se exponha a situações de risco, brinca a nutricionista. A solução apontada por ela é, na hora das compras, fugir das gôndolas e corredores que abrigam os alimentos tentadores, como bolachas recheadas e chocolates, por exemplo. (Montamos um roteiro completo para você não ter mais dúvidas na hora das compras )

  4. Escape das armadilhas: você não precisa deixar de sair com seus amigos só porque eles sempre pedem sua sobremesa preferida. E também não precisa nem deve ficar chupando o dedo. Não hesite na hora da sobremesa, peça uma fruta, dá a alternativa Roberta. Se surgirem comentários descritivos das sobremesas saboreadas pela turma, mude de assunto. (Mude os 13 maus hábitos que azaram a sua dieta )

  5. Mire no alvo: se você está pensando em matar uma das refeições principais para se esbaldar com um doce, afaste esta ideia para bem longe. Jamais pule uma refeição para compensar com um doce ou salgado muito calórico. O máximo que você consegue é, em vez de economizar calorias, se privar de diversos nutrientes, alerta a especialista. (Fuja da gelatina, sem deixar a sobremesa nem a dieta de lado )

  6. Na dúvida, fique com o trivial: diante da variedade dos cardápios de restaurantes, opte pelos pratos mais simples, que, certamente, serão os menos calóricos. Prefira um prato de arroz, feijão, carne grelhada, legumes e verduras a uma fatia de torta ou quiche com salada e molho. Não se esqueça de trocar a mousse por uma fruta, na sobremesa, aconselha a nutricionista do Minha Vida.

  7. Abandone o radicalismo: mude seus hábitos alimentares visando um cardápio balanceado, que favoreça sua saúde. Segundo Roberta, nenhuma restrição excessiva é saudável. Portanto, nada de pular o café-da-manhã para abusar no almoço. Planejando todas as refeições, você não chega afoito e faminto em nenhuma delas.

  8. Pense positivo e aja da mesma forma: esqueça a ideia de que, para emagrecer, é preciso passar fome de barriga vazia, certamente você vai sentir mais vontade de devorar qualquer prato. A partir daí, mude também as suas atitudes, programando suas refeições, que devem somar cinco a seis por dia (café da manhã, almoço, jantar e pequenos lanches intermediários). (Descubra se você sabe emagrecer ). É comum as pessoas que seguem uma orientação nutricional questionarem a quantidade dos alimentos que vão ingerir, ao seguir o cardápio da dieta. Elas duvidam que irão emagrecer, comendo mais do que costumam comer, conta Roberta. Ela explica que, optando por alimentos mais saudáveis e menos calóricos, dá sim para treinar mais a mastigação, quando se está de dieta. Além disso, uma alimentação saudável permite que você consuma uma variedade maior de nutrientes.

Controle de peso seguro e eficaz depende de boa nutrição:

Com o agitado estilo de vida moderno, não temos tempo para observar o que comemos, que exercícios fazemos, onde e quantas vezes. Nós gostaríamos de sentir que estamos controlando nosso regime diário e nossa boa forma em geral. Com isto em mente, a HERBALIFE criou uma linha de produtos composta por uma combinação cuidadosa de diferentes plantas, ervas e chás para fazer parte da sua dieta balanceada em calorias e programa de exercícios. É esta seleta combinação de ingredientes que a torna eficaz.

Lembre-se, a chave para controlar seu peso é manter o equilíbrio energético do seu corpo de forma a reduzir as gorduras. Reduzir sua ingestão de calorias, aumentar seu consumo de energia ou combinar os dois métodos é um meio seguro de agir.

A energia gasta pelo corpo é a soma do metabolismo basal + ação dinâmica específica dos alimentos + atividades físicas; quanto mais ativa uma pessoa se torna, melhor será o seu gasto de energia e maior será o déficit da balança energética para a obtenção de melhores resultados na redução de peso.

O gasto de energia é também elevado durante os exercícios e pode ser influenciado pela adição de um auxílio ergogênico na dieta. Essas substâncias, frequentemente baseadas em estimulantes naturais como a cafeína, aumentam o alerta mental, a sensação física de bem-estar e a disposição em relação à atividade física. Embora o exercício possa elevar o gasto metabólico em atletas, para indivíduos não treinados, fisicamente doentes, ou pessoas extremamente obesas, isto pode ser ineficaz e até perigoso. Um aumento nas simples atividades diárias: ficar de pé ao em vez de ficar sentado, andar ao em vez de dirigir, usar as escadas ao em vez do elevador etc., pode contribuir consideravelmente para o gasto total de energia.


OBESIDADE EM ADULTOS

CALCULE SEU IMC (Índice de Massa Corporal)

O Índice de Massa Corporal (IMC) é reconhecido como padrão internacional para avaliar o grau de obesidade.

O IMC é calculado dividindo o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em m).

Peso

IMC = ------------------------------------------------

Altura X Altura

Categoria

IMC (kg/m²)

Peso Saudável equivalente ao peso Normal.

Abaixo do peso

Abaixo de 18,5

Peso normal

18,5 - 24,9

Sobrepeso

25,0 - 29,9

Obesidade Grau I

30,0 - 34,9

Obesidade Grau II

35,0 - 39,9

Obesidade Grau III

40,0 e acima

Acesse a ABESO para saber mais sobre o IMC: http://www.abeso.org.br/

Obesidade em adultos na Europa

OBESIDADE EM CRIANÇAS

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